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domingo, 3 de agosto de 2014

Sinais de que você é uma velha alma

A “velha alma”

Robert Frost, Eckhart Tolle e até mesmo Nick Jonas tem sido chamados assim, talvez até mesmo você tem sido ? Eu fiz como muitos deles esta auto descoberta que foi feita após a reunião com Sol, que me contou sobre sua infância como um menino precoce, inteligente que teria amizade com os professores em vez dos alunos só porque eles eram muito diferentes dele, como ele relatou sua incapacidade de encontrar interesse e conexão com as pessoas de sua idade, eu descobri que eu sentia o mesmo e ainda sinto.

Com que idade você estaria se você não soubesse quantos anos tem ?

Há um tipo especial de pessoa em nosso mundo que se encontra sozinha e isolada, quase desde o nascimento.

Sua existência solitária não é por uma preferência ou um temperamento antisocial, ela é simplesmente da idade, velha de coração, velha na mente e velha na alma, essa pessoa é uma alma antiga que tem uma visão de vida muito diferente e mais amadurecida do que aqueles ao seu redor, como resultado, a velha alma vive sua vida internamente passeando em seu próprio caminho solitário, enquanto o resto do rebanho ao seu redor segue outro caminho, talvez você já tenha experimentado isso em sua própria vida ou tenha testemunhado isso em outra pessoa ? Se assim for, este artigo é dedicado a você, na esperança de que ajude a definir a si mesmo, ou compreender melhor o outro.


Se você ainda não descobriu se é uma velha alma, leia alguns dos sinais reveladores abaixo.

1. Você tende a ser um solitário.
Porque velhas almas são desinteressadas nas atividades e interesses das pessoas em suas faixas etárias, elas acham que é lamentável fazer amizade com pessoas que têm dificuldades de se relacionar, o resultado é… Velhas almas tendem a encontrarem-se sozinhas a maior parte do tempo, as pessoas simplesmente não se relacionam com elas.

2. Você ama o conhecimento, a sabedoria e a verdade.
Sim …Isso parece um pouco grandioso e excessivamente nobre, mas a velha alma se encontra naturalmente gravitando para o lado intelectual da vida, velhas almas inerentemente entendem que o conhecimento é poder, a sabedoria é a felicidade e a verdade é a liberdade, então por que não buscar essas coisas ? Essas atividades são mais significativas para elas do que ler sobre as últimas fofocas sobre o mais recente namorado de uma famosa ou os últimos resultados do futebol.

3. Você é espiritualmente inclinado.
Velhas almas são mais emocionais e tendem a ter naturezas sensíveis e espirituais superar os limites do ego, buscar a iluminação, promover o amor e a paz são as principais atividades destes jovens em corpo de Madre Teresa, para eles parece mais sábio o uso gratificante do tempo.

4. Você entende a transitoriedade da vida.
Velhas almas são frequentemente atormentadas com lembranças não só da sua própria mortalidade mas de tudo e todos ao seu redor, isso faz com que a velha alma seja cautelosa e por vezes se retire, mas sabiamente dita a maneira como eles viverem suas vidas.

5. Você é pensativo e introspectivo.
Velhas almas tendem a pensar muito sobre tudo, a sua capacidade de refletir e aprender com as suas ações e as dos outros é o seu maior mestre na vida, uma razão pela qual as almas sentem tanto no coração é porque aprenderam muitas lições através de seus próprios processos de pensamentos e possuem muito conhecimento sobre situações da vida pela sua capacidade de silêncio e observando atentamente o que se passa à sua volta.

6. Você vê o quadro maior.
Raramente velhas almas se perdem nos detalhes superficiais recebendo graus inúteis, promoções no trabalho, bustos e homenagens na TV, velhas almas têm a tendência de olhar para a vida a partir de uma visão panorâmica vendo qual é o caminho mais sensato e significativo para abordar a vida, quando confrontadas com questões velhas almas tendem a vê-las como dores temporários e de passagem que apenas servem para aumentar a quantidade de alegria sentida no futuro, consequentemente, velhas almas tendem a ser plácidas, de natureza estável, como resultado de sua abordagem à vida.

7. Você não é materialista.
Riqueza, status, fama, e a última versão do iPhone são um fardo para as velhas almas, a velha alma não vê o propósito de perseguir as coisas que podem ser facilmente tiradas do meio delas, além disso, as almas têm pouco tempo e interesse pelas coisas de curta duração na vida, pois elas trazem pouco significado ou satisfação duradoura com elas.

8. Você era um garoto estranho socialmente mal adaptado.
Isso nem sempre é o caso, mas muitas almas apresentam sinais estranhos de maturidade em idades jovens, muitas vezes essas crianças são rotuladas como “precoces”, “introvertidas” ou “rebeldes”, deixando de se enquadrar nos comportamentos tradicionais, geralmente estas crianças são extremamente curiosas e inteligentes vendo a inutilidade de muitas coisas que seus professores, pais e colegas dizem e de forma passiva ou agressiva resistem a elas, se você pode falar com seu filho/filha como se ele/ela fosse um adulto, você provavelmente tem uma velha alma a seus cuidados.

9. Você apenas “sente” a idade.
Antes de colocar um nome para o que eu sentia experimentei algumas sensações de ser simplesmente uma “pessoa idosa” por dentro, os sentimentos que acompanham em ser uma velha alma geralmente são: um sentimento de desconfiança mundial, cansaço mental, paciência vigilante e calma destacada, infelizmente, muitas vezes isso pode ser percebido como sendo indiferença e frieza, que é apenas um dos muitos mitos em relação a uma velha alma.


Assim como algumas pessoas de idade se descrevem como sendo “jovens de coração”, também os jovens podem ser “velhos no coração”.



Fonte: Informações verdademundial.com.br/






sábado, 2 de agosto de 2014

Terry Winter: Ele cantava em inglês mas fazia músicas para sertanejos famosos

"Tomas Willian Standen" ou  "Terry Winter"  nasceu em 08 de Maio de 1947 e faleceu em 23 de Setembro de 1998 aos 51 anos , vítima de um derrame.

Foi casado com Mirian Baraboskin, e deixou quatro filhos, Shannon Mark, Shareene, Scott Sherman e Shane Morgan

Ele foi um cantor e compositor que surgiu ainda nos tempos da "Jovem Guarda" na década de 60 , com o nome de "Tommy Standen" . Em 1966 assinou canções para os cantores "Ronnie Von" e "Nilton Cesar".

Somente em 1972 ele surgiu como cantor,  gravando em inglês com o nome de "Terry Winter" quando nesse período , vários artistas gravavam em inglês e fez muto sucesso com  canções de sua composição como ,

"You'll Notice Me", "Our Love Dream" e "Summer Holiday"

Foi no programa do "Silvio Santos" , que ele revelou ser brasileiro e que mudaria seu nome para "Thommas Williamns" , mas isso não ocorreu.

Depoimentos de Terry Winter


No final da década de 70 , já no inicio de 1980, quando iniciava o sucesso da musica sertaneja, ele passou a se chamar "Chico Valente"  e compôs canções para a dupla "Ataide e Alexandre" , "Tonico e Tinoco" , "Milionário e Jose Rico".  e fez uma canção que foi tema de novela da "Rede Globo" "Rei do Gado"

Em 1975 , Winter participou ainda como ator na novela de "Ivani Ribeiro"  "A Viajem" de extinta TV Tupi.

sábado, 26 de julho de 2014

'Era do Rádio' exposição em Varginha MG

Exposição  tem 33 modelos de várias épocas (Foto: Carlos Cazelato / EPTV)

Aparelho mais antigo é de 1940; modelo dos anos 1960 parece um telefone.
Acervo com 33 peças faz parte da coleção de um radialista da cidade.

A Casa da Cultura de Varginha (MG) está com uma exposição que reconta a história do rádio no Brasil. Até o dia 6 de agosto, mais de 30 aparelhos típicos de décadas diferentes poderão ser conferidos pelo público.

O acervo em exposição pertence ao radialista José Galvão Conde, conhecido em Varginha por seus programas em uma emissora de rádio local. Ele pedia para que os moradores doassem seus rádios antigos, e assim conseguiu reunir a coleção.

O aparelho mais antigo do acervo é de 1940. Outros três modelos remontam à era de ouro do rádio, quando teatros eram lotados para a trasmissão de programas. Um dos aparelhos, lançado na década de 1960, parece um telefone. A peça mais nova é da década de 1990 e já vem com toca-fitas.

A primeira transmissão de rádio no Brasil foi feita em 7 de setembro de 1922, com discurso do então presidente Epitácio Pessoa, em homenagem ao centenário da independência. No entanto, o veículo começou a se popularizar apenas 14 anos depois, quando foi inaugurada a Sociedade Rádio Nacional, PRE-8.

Serviço
Exposição "A Era do Rádio"
Onde: Casa da Cultura de Varginha
Endereço: Praça Governador Benedito Valadares, 141 - Centro
Quando: de 22 de julho a 6 de agosto
Funcionamento: de segunda a sexta, das 8h às 18h

Entrada gratuita





Fonte:G1

quinta-feira, 24 de julho de 2014

6 Dicas para ser um Bom Amigo

Recentes estudos confirmam: não dá para viver sozinho. A amizade é essencial para o ser humano e traz muitos benefícios à saúde. Saiba como se tornar um bom amigo

1- Passe mais tempo juntos. Se você não pode participar das caminhadas, nem da ioga, telefone ou escreva um e-mail. As conversas não precisam ser longas e pessoais. Esses pequenos momentos de “eu pensei em você!” podem construir uma forte rede de relações.

2- Faça dos amigos uma prioridade. Talvez você devesse limpar a casa, lavar o cachorro, ir ao mercado, ou ver Tv (algumas pessoas pensam que precisam fazer isso!). Você terá muito tempo para seus deveres quando morrer… Por ora, pense nos benefícios da amizade.

3- Esteja por perto na saúde e na doença. Apareça em funerais e casamentos, cirurgias e celebrações. Seja sinceramente triste ou genuinamente alegre para com seu amigo. E inclua-o no bom e no não-tão-bom de sua vida. Um bom jeito de ser um bom amigo é incluir as pessoas.

4- Não entre numa competição. Quem ligou por último? Quem gastou mais com os presentes de Natal? Quem se importa? Se você tem um bom amigo, relaxe! se a amizade não é o máximo, talvez seja o momento de reavaliá-la. Os benefícios das amizades duram mais do que uma contagem de pontos.

5- Preste atenção nas pequenas coisas. As conversas que mais importam são aquelas que duram apenas alguns instantes. Não são apenas as longas conversas que mantêm os amigos unidos. São as pequenas coisas cotidianas. Um jeito de ser um bom amigo é ter conversas curtas e doces.

6- Veja as coisas positivas. Todos nós temos fraquezas e defeitos. Concentrar-se no lado bom de seus amigos manterá a amizade viva e forte. Para ser um bom amigo, esqueça das coisas que você gostaria que fossem diferentes.




Fonte: Revista VivaSaúde Edição 68

sábado, 19 de julho de 2014

Roberto Carlos fica menor em O Réu e o Rei


Paulo César Araújo, autor do livro “Roberto Carlos em Detalhes”, censurado por conta de uma ação judicial movida pelo cantor, está com uma obra nova na praça e desta vez como que “dá o troco ao Rei”.

O livro “O Réu e o Rei” é a história de vida de Paulo César, com foco na sua paixão por música e sua admiração por Roberto Carlos. O escritor conta como foi sua vida em Vitória da Conquista, na Bahia, revela porque teve de se mudar para São Paulo e depois para o Rio de Janeiro, além das dificuldades enfrentadas para sobreviver e cursar as faculdades de jornalismo e história.
Ainda estudante, Paulo começou com os colegas de faculdade um trabalho de pesquisa da música popular brasileira. Entrevistou desde os mais sofisticados, como João Gilberto, Tom Jobim e Caetano Veloso, até os chamados bregas, caso de Waldick Soriano, Aguinaldo Timóteo, Odair José e Reginaldo Rossi.

Não tinha carro nem telefone. Usava fichas para ligar de orelhões e se deslocava à casa das celebridades usando ônibus. O primeiro livro que publicou, “Eu não Sou Cachorro Não”, teve boa receptividade da crítica e comoveu os cantores românticos, que nunca tinham sido reconhecidos ou valorizados nos meios acadêmicos ou intelectuais.

“Roberto Carlos em Detalhes”, o segundo livro de Paulo César Araújo, recebeu elogios dos principais críticos musicais do país e logo entrou na lista dos mais vendidos no Brasil. A obra, no entanto, deixou o cantor de Cachoeiro de Itapemirim à beira de um ataque de nervos, uma verdadeira “fera ferida”. O artista perdeu a esportiva durante uma entrevista coletiva e anunciou,  às vésperas de Natal, que ia para a guerra visando processar o seu biógrafo.

HISTÓRIA - Paulo César conta toda essa história minuciosamente,
relembrando que passou 15 anos tentando entrevistar Roberto Carlos e trabalhando em sua biografia. Foi esnobado mais de uma vez pela assessora de imprensa do Rei (Ivone Kassu, que morreu em 2012), tapiado por empresários do cantor, mas nunca desistiu do seu projeto.

O livro sobre Roberto Carlos enaltece o artista, reconhece sua importância na música popular brasileira, colocando-o no mesmo patamar de João Gilberto, Caetano Veloso, Chico Buarque ou Gilberto Gil. A reação do cantor, que deveria ser de agradecimento, foi belicosa, injusta e incompreensível.

“O Réu e o Rei” é um trabalho impecável que mostra tudo isso e desconstrói a imagem de bom moço de Roberto Carlos.

Se no primeiro livro o escritor foi apenas fã e não mostrou o lado negativo do cantor, no segundo ele mostra as contradições do homem de igreja, devoto de Nossa Senhora e que pregava a necessidade de ter “um milhão de amigos”.

Roberto, que tanto pregou a paz em suas músicas, montou uma “operação de guerra” para levar um jornalista aos tribunais e trazer de volta à censura ao Brasil.
No primeiro livro Roberto Carlos sai engrandecido, como cantor, compositor e ser humano.

Nesta segunda obra, Paulo César mantém os elogios, o reconhecimento do trabalho artístico, mas também alfineta o algoz e publica muitas das críticas desfavoráveis a RC durante o seu longo reinado.

Paulo César Araújo cresce como jornalista, historiador e pesquisador sério que é, enquanto Roberto Carlos fica menor perante o seu próprio público.

Não sabe se por mania ou burrice o cantor tirou de circulação a biografia “Roberto Carlos em Detalhes”. Deu um tiro no pé. Permitiu a Paulo César escrever um livro tão bom quanto o primeiro e dar a última palavra.

Quem tiver a oportunidade de ler os dois livros ou pelo menos o último não terá a menor dúvida de que o Rei está errado nessa história toda, “ficou nu”. Enquanto Paulo César Araújo, o menino que foi engraxate e vendeu picolés, adquire de vez o respeito da imprensa, da intelectualidade e do meio artístico, em detrimento de um artista que corre o risco de ficar marcado na história não por tantas canções de sucesso e sim por conta de uma atitude mesquinha e policialesca.

O réu deu a volta por cima. 

(Texto: Roberto Almeida. Nas fotos da Revista Veja o jornalista e historiador Paulo César Araújo e o cantor Roberto Carlos).




Fonte:robertoalmeidacsc.blogspot.com.br